Coisas dos 45 anos

Talvez seja uma coisa dos (quase) 45 anos. Mas ando com uma sede tremenda de fazer coisas diferentes e por vezes absolutamente bizarras no meu trabalho. Digo que é da idade – com tudo o que isso implica de receios de perda de graça, de imaginação, de relevância – mas provavelmente terá a ver também com… Continuar a ler

A evolução

Há uns dias, o César Mourão gravou um vídeo a anunciar o seu regresso às Manhãs da Comercial. No vídeo, o César dizia, e passo a citar: “É só para vos descansar. Sei que já há para aí ataques cardíacos e tal. Calminha. O Rebenta a Bolha vai voltar quando estiver a chover”. Foi isto… Continuar a ler

A zona de desconforto

Em 1983, no clássico filme O Sentido da Vida, os Monty Python apresentavam um interlúdio animado, criado por Terry Gilliam, que me fez chorar a rir pelo inesperado que era. Inesperado até mesmo depois de percebermos qual é a ideia. É simples e brilhante: Sim, é humor negro. Sobre suicídio. A morte é alvo de várias piadas… Continuar a ler

Pub: O caixa-de-óculos contra-ataca

Há campanhas publicitárias que não podiam colar-se melhor ao protagonista. Na Essilor sabem não só que eu sou pitosga em último grau, como também que passo a vida a lidar com ecrãs, seja para efeitos de trabalho ou de lazer. Vai daí, as lentes Eyezen assentam-me na personalidade que nem uma luva. Trabalhei com uma excelente… Continuar a ler

1986

Para o Nicolau   Era 1986 e o meu coração estava partido. Não por causa de nenhuma miúda. Quer dizer: em 1986, por causa, praticamente, de todas as miúdas. Mas o meu coração estava partido por outras razões. No ano das eleições presidenciais cuja segunda volta opôs Mário Soares e Freitas do Amaral, no ano… Continuar a ler