Eu costumava ser um purista das versões originais. E, bem vistas as coisas, ainda sou: é maravilhoso ouvir grandes actores americanos em rédea solta – porque o que se passa lá é que as falas são gravadas primeiro e só depois, moldada a elas, é que se faz a animação. Quando fui desafiado para participar na primeira… Continuar a ler
Dobragens
PASSATEMPO-RELÂMPAGO Divertida-Mente (Inside Out). É aqui:
A SEAT Portugal, em colaboração com este vosso compincha, está a oferecer um punhado de convites duplos para a antestreia do clássico instantâneo da Disney-Pixar, Divertida-Mente (Inside Out), em cuja versão portuguesa, confeccionada com grande amor e carinho, participo ao serviço das cordas vocais de Bing Bong, o amigo imaginário que vive na mente da… Continuar a ler
A culpa! A culpa! – ou: como fiz um casal perder 32.000 euros.
Por alguma razão que só posso considerar lisonjeira, há uma tendência para o meu nome aparecer em jogos que envolvem perguntas de cultura geral. Houve perguntas sobre mim no Quem Quer Ser Milionário da televisão. Há perguntas sobre mim no Quem Quer Ser Milionário para telemóvel. Há perguntas sobre mim em cartas do clássico imorredoiro Trivial Pursuit. E… Continuar a ler
Estou nomeado para os Óscares (mais ou menos, vá)
É um gosto ver filmes que seguem maneiras novas e/ou diferentes de contar histórias (Boyhood, Birdman, Grand Budapest Hotel, Ida) a receberem tamanha consagração e nomes até aqui improváveis nos Óscares, como Michael Keaton e Steve Carell, a serem nomeados para Melhor Actor; maça-me um pouco que a Academia tenha esquecido uma das animações mais geniais desde Toy Story… Continuar a ler
Os Monstros dos BAFTAs
Isto é levemente ridículo, mas quando faço uma voz na versão portuguesa de um filme e o vejo ser nomeado para grandes prémios internacionais, como os Óscares, fico com a sensação quentinha de que uma percentagem daquela estatueta, em caso de vitória, é minha. Um dedo do pé do Óscar, por exemplo. Uma unha do… Continuar a ler